São Paulo, 23 de Agosto de 2012 - 09:00

Celesc se prepara para atender novas demandas do setor

Plano Diretor da empresa trará diretrizes sobre a implantação dos medidores eletrônicos, geração distribuída, entre outras exigências do regulador

Por Wagner Freire

Fonte Maior Fonte Menor
Crédito: Divulgação Diretor de planejamento da Celesc, Clairton da Silva

Importantes mudanças ocorreram no setor de distribuição de energia elétrica neste ano. Entre elas, está a aprovação pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de medidores eletrônicos gratuitos para clientes residências e a regulamentação para a geração distribuída. Na esteira desses temas, há ainda a incerteza da renovação ou não das concessões do setor. Tais questões aparecem no radar da estatal catarinense de energia Celesc, que se prepara para atender as novidades.

O diretor de planejamento, Clairton da Silva, afirma que o novo Plano Diretor da empresa, que está sendo elaborado pela consultoria alemã Roland Berger, contará com um estratégias para atender a todas essas demandas. "Temos que estar preparados para atender as exigências que o regulador está direcionando para o setor."

O diretor diz que a estatal também está atenta ao futuro das concessões. "Precisamos calcular se a renovação dos empreendimentos virá com ônus para a Celesc." Outro tema no radar é a aplicação do terceiro ciclo de revisão tarifária na Celesc Distribuição. 

A primeira parte do novo Plano Diretor deverá ser definida até o final de novembro. Neste fase, deverá conter as "grandes diretrizes para o grupo" para os próximos 15 anos. "Essa mudança é fundamental, porque vamos começar a tomar todas as decisões já pensando no longo prazo", observa Da Silva.

Quanto a novos investimentos nas três áreas de atuação da Celesc - geração, transmissão e distribuição - o diretor se limitou a responder que a companhia tem interesse em investir em fontes renováveis e em bons projetos de transmissão, mas sem dar muitos detalhes. "Pensamos muito nas renováveis. A ideia é trabalhar na parte eólica, embora não temos ainda valores definidos."



Comentários:

O Jornal da Energia não se responsabiliza pelas opiniões abaixo expressadas por seus leitores.


Ainda não há comentários para esta notícia. Seja o primeiro a comentar.

Obs: comentários com ofensas diretas serão editados

© 2009 Editora Lumière . Todos os direitos reservados.